Oi pessoal,  

Nesta palestra que fui convidada pelo TED X e que foi realizada no Rio de Janeiro pude compartilhar uma ótima dica de auto conhecimento. 

Antes de continuar, gostaria de pedir para você dar um like no vídeo e se possível compartilha-lo pois precisamos de pelo menos 5.000 curtidas para que este vídeo seja legendado e mais pessoas possam usufruir deste conhecimento.

Esta dica é tão poderosa, que até algumas décadas atrás era proibido ensinar para que o poder do KI KONG ficasse apenas concentrado nos mestres TAOISTAS de KI KONG. 

Nesta dica você terá acesso a um truque fantástico que é uma técnica oriental chamada KI KONG que quer dizer trabalhar a circulação de energia no seu corpo. 

Praticando o KI KONG você terá como benefício um aumento da circulação da energia e como consequência você irá engrandecer a sua capacidade de foco.  Assista o vídeo, acredito que você irá adorar e poderá aproveitar bastante.

Não se esqueça de curtir o vídeo e compartilhe-o para que mais pessoas tenha acesso a esta prática.

Desejo que você pratique o KI KONG para que possa sentir o efeito rápido e poderoso desta prática! 🙂

Se quiser ter acesso a mais conhecimento acesse o meu canal no Youtube https://goo.gl/vpZ9dW 🙂

Logo cedo na vida tive contatos profundos com a luz e a sombra das pessoas. Dizem que uma criança de dois anos não vai se lembrar das experiências desse tempo quando for adulta, mas não é verdade. Ainda tenho bem clara nos meus arquivos a sensação de liberdade e prazer que sentia ao ser carregada nos ombros pelo meu irmão Ramon. Quando ele corria, essa sensação se misturava com um frio na barriga e ficava mais forte ainda.

Eu também lembro, claramente, quando Ramon – nas horas em que o caos se instalava na minha casa durante as brigas homéricas entre meu pai e minha tia Carmen – desviava a atenção para um aquário dizendo:

– “Maninha, imagine que você é um peixinho que está nadando aqui dentro e olhando tudo”.

Isso me acalmava e me fazia esquecer a animosidade que permeava toda a casa durante esses violentos confrontos.

Ramon saiu de casa quando eu tinha dois anos, por isso sei que a memória funciona sim. Tenho agora 51 anos, mas essas lembranças estão bem vivas nos meus arquivos. Não foi à toa que, mais tarde na juventude, desenvolvi muito gosto pelo mergulho autônomo e paraquedismo ou qualquer coisa que me colocasse na água ou nas alturas. Inconcientemente, procurei sempre repetir a sensação de prazer e de alívio que havia experimentado tão criança.

E não foi à toa que desenvolvi, também, uma grande aversão pela violência e os confrontos, principalmente dentro da família. Mas nem sempre é possível a gente fingir que é um peixe livre no aquário, então acabei criando outras maneiras de fugir das situações de conflito, para repetir o padrão vivido quando criança, o que acabou me limitando muito.

Aprendi mais tarde, estudando, que entre outros arquivos mentais há um que os egípcios chamavam de Shuth. O Shuth é como uma caixa preta onde se guardam todas as más impressões e emoções que experimentamos na primeira infância, e que repetimos durante a vida em outras situações, em diferentes espaços e diferentes tempos. Mas a semente está sempre lá, antes dos sete anos de idade.

Pense um pouquinho sobre isso, que em breve volto a falar sobre o Shuth.

Meus pais...

Carmen Saez Dy Uai, a Shanghai, é brasileira nascida em São Paulo no ano de 1959. Filha de pai basco-espanhol e mãe chinesa, Shanghai é especialista em Medicina Tradicional Chinesa e tem formação em Bioenergética Reichiana (estudos realizados na Universidade Anhembi Morumbi) . É Mestra em Teoria da Abrangência (que aborda estudos da Kabala, Alquimia, Simbologia, Eneagrama e Numerologia) pelo Instituto Solaris e há 23 anos estuda Feng Shui junto à Escola de Budismo Real do Grande Mestre Lian Sheng (The True Buddha School, sediada em Seattle, EUA) onde também participa de diversas atividades.

Participou de diversos Workshops com Sua Santidade o 14º. Dalai Lama, Dr. Deepak Chopra, Dr. Amit Goswami, Geshe Lhakdor (incluindo retiro com o mesmo), Dr. Alexander Lowen e Dr. David Adams.

Trabalhou como voluntaria em todos os eventos de SS. 14º Dalai Lama, atraves da Palas Athena.

Iniciada na cerimônia do Kalachakra (prática complexa do Budismo Tântrico conduzida por raríssimos líderes espirituais e com duração de aproximadamente 15 dias) em:

2000 – Hong Kong, China (Mestre Lian Sheng)

2002 – Rio de Janeiro, Brasil (Ven. Kirti Tsenshab)

2004 – Toronto, Canadá (S.S. 14º. Dalai Lama)

2006 –  Amaravati, Índia (S.S. 14º. Dalai Lama)

2009 – Seattle, EUA (Mestre Lian Sheng)

2011 – Washington,EUA (S.S. 14 º Dalai Lama )

Formada em Coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching (numa parceira exclusiva com a Behavioral Coaching Institute).

Possui trabalhos realixados em diversas partes do mundo (Alemanha, Finlândia, Suécia, Holanda, República Tcheca, EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Fidji, China, Índia, Paquistão e Emirados Árabes) além de ter participado de ações voluntárias pelo interior de São Paulo praticando a Medicina Tradicional Chinesa. Possui formacao em ativismo quantico, formacao esta realizada por Amit Goswami.

Da der Geist im normalen Zustand des Bewusstseins für unsere Augen unsichtbar ist, haben wir Schwierigkeiten an seine Kraft zu glauben. Es ist aber möglich den Kontakt mit dem Geist zu üben, um ihn besser nutzen zu können. An einem Tag war ich in einem grossen staatlichen Krankenhaus und erblickte etwas, dass diese Situation ganz gut illustriert. Es ist wie folgt beschrieben: 

Eine Frau, die sehr krank aussah, ging mit Unterstützung einer anderen jungen Frau, die nicht so gesund wie die erste (es war an der Farbe ihres Gesichts bemerkbar, dass ihre Leber überlastet war und das kündigte eine ernste Krankheit an). Als sie an der Tür der Praxis (die in einem kleinen Raum war) ankamen, sprach eine ehrenamtliche Mitarbeiterin die beiden freundlich an (aber etwas Autoritär um Ordnung zu halten, da der Platz voller Kranker war). Sie bat sie, auf den draussen aufgereihten Stühlen zu warten, weil sie der Reihenfolge der Eingänge entsprechend aufgerufen werden sollten. 

Als ich sie sah, fühlte ich Mitleid. Die Frau war sehr krank und immer wenn ich Mitleid fühle, frage ich mich, warum diese Person so sehr leidet? Was ist ihr Karma? Ich war dort, um eine Freundin von mir, die auch auf Betreuung wartete, zu begleiten und hatte Zeit, diese Frauen zu beobachten. Ich nahm wahr, dass sie wegen des Verhaltens der ehrenamtliche Mitarbeiterin empört waren und auch dass sie über sie sprachen – dies ist typisch für den Fall, wenn jemand wütend wird:

 “Was glaubt sie, was sie ist? Verdient sie, hier zu arbeiten?” Fragte empört eine von beiden. “Natürlich, meine Liebe! Niemand arbeitet umsonst! Blöde Frau! Nur deswegen, weil sie eine Arbeit hat, glaubt sie, dass sie uns nicht einlassen kann? Sie ist frustiert und kann nichts besseres machen als hier zu bleiben, um die Anderen zu irritieren, sie ist eine… “. Und dann machten beide weiter, in einer Folge von Schmähungen gegenüber der Ehrenamtlichen.

 Ich bemerkte, dass die jüngere Frau stark kritisierte und dann fing ich die Ehrenamtliche an zu beobachten. Mit Begeisterung widmete sie sich geduldig einer Patientin, um ihr Anweisungen, die für die Betreuung erfüllt werden mussten, zu geben. Diese Patientin war sehr unruhig und nicht präsent, und hatte Schwierigkeiten sich auf die Anweisungen zu konzentrieren. Die Ehrenamtliche wiederholte dennoch viele Male bis die Patientin endlich alles verstand.

 Ich bemerkte auch, dass diese Ehrenamtliche sehr liebevoll war. Sie legte ihre Hand zärtlich auf die Schulter der Patienten als eine Geste von Mitleid, damit sich diese unterstüzt fühlten und sich wieder im Hier und Jetzt fühlen konnten. Es war notwendig, dass sie die Anweisungen verstanden, um gute Betreuung zu erhalten.

 Ausserdem war die Ehrenamtliche gesund! Sie verrichtete ihre Arbeit stehend und war immer zur Verfügung, ging hin und her und half den Patienten und ihren Kollegen. Manchmal lächelte sie ein bisschen, um gute Laune zu schenken. Sie hatte einen Glanz von Vitalität und hatte trotz ihres Alters ein rosiges Gesicht, das Vertrauen und Großzügigkeit ausdrückte. Sie tat alles ohne zu vergessen, positiv und seelenruhig zu bleiben.

 Die oben genannten beiden Frauen, die kritisierten, verurteilten und sich bechwerten, verloren dabei immer mehr Energie. Die ältere Frau schlief schon ein, als sie leer, ohne Energie war und die jüngere, nachdem sie (ohne Erfolg) die weiter kritisierte, zeigte Müdigkeit und tiefe Trauer.

 Das ist wie ich die Bewegung der Energie wahrnehme. Die Energie folgt der Aufmerksamkeit. Während die beiden bitteren Frauen sich um Kritiken, Urteile und Beschwerden über die Ehrenamtliche bemühten, sah diese hingegen viel besser aus, da sie präsent und nützlich war. So wurde es erklärbar, warum die beiden krank waren.

 Die traditionelle chinesische Medizin erklärt das auch. Wut zerstört die Leber. Nach einer grossen Wut kommt immer eine grosse Trauer. Die Leber hat die Energie des Holzes und Traurigkeit kommt vom Metall (symbolisch). Wenn wir traurig sind, ist das als wenn Metall das Holz abreibt, es verliert die Schärfe, wird abgenutzt und die Trauer überkommt uns.

Por ser a mente invisível aos olhos em estado comum de consciência temos dificuldade de acreditar no seu poder. Mas é possível treinar o contato com a mente para que possamos aproveitar melhor sua capacidade. Um dia desses, eu estava num grande hospital da rede pública e presenciei um fato que ilustra bem isso. O relato é o que descrevo a seguir.

Uma mulher, que aparentava estar muito doente, vinha caminhando amparada por outra mais jovem, não muito mais saudável (via-se pela cor de seu rosto que seu fígado estava sobrecarregado e prenunciava uma doença grave). Ao chegarem a porta do consultório (que era um ambiente pequeno) uma voluntária logo as abordou e, gentilmente (mas com alguma autoridade necessária para manter a ordem, pois o local estava cheio de outras pessoas também doentes) pediu-lhes que aguardassem nas cadeiras dispostas em fila, do lado de fora, pois seriam chamadas de acordo com a ordem de chegada.

Quando as vi chegando, senti alguma comiseração. A mulher estava muito doente e sempre que sinto isso por alguém me pergunto: por que essa pessoa está sofrendo tanto? Qual será seu carma? Como eu tinha tempo, pois eu estava ali apenas acompanhando uma pessoa que seria atendida logo mais, pus-me a observá-las. Logo percebi que estavam indignadas pelo fato de serem “barradas” pela voluntária e falavam com muita intensidade (aquela que é peculiar ao estado de desabafo de raiva) sobre a senhora voluntária.

“Quem ela pensa que é? Será que ela ganha para trabalhar aqui?” Perguntava indignada uma delas. “Lógico minha filha! Ninguém faz nada de graça prá ninguém! Que mulher metida! Só por que tem um emprego, pensa que pode barrar a gente? É uma frustrada que não tem coisa melhor para fazer do que ficar aqui e irritar as pessoas, é uma…” E assim seguia a resposta da outra, numa sequência de impropérios dirigidos à voluntária.

Notei que a mais jovem criticava com muita energia e passei então a observar a senhora voluntária. Percebi que ela tinha muita boa vontade e dedicava-se com muita paciência a explicar para outra pessoa, instruções que deveriam ser seguidas para que esta realizasse seu tratamento. Tal pessoa estava muito ansiosa e portanto, nada presente, e tinha dificuldades em concentrar-se na explicação da senhora voluntária. Mesmo assim, ela repetiu várias vezes, até que esta compreendeu tudo e saísse atrás de seus objetivos.

Outro aspecto que percebi na mesma senhora voluntária é que era amorosa. Pausava sua mão carinhosamente nos ombros das pessoas num gesto de compaixão para que estas se sentissem amparadas e voltassem a estar presentes naquela situação. Era necessário que elas compreendessem as instruções para serem atendidas.

Além de tudo isso, por fim, a senhora voluntária era saudável! Estava o tempo todo de pé e não lhe faltava disposição para ir de um lado ao outro ajudando os pacientes e facilitando o trabalho de funcionários e profissionais daquele setor. De vez em quando sorria para alguém como quem quisesse doar um pouco de bom humor. Tinha um brilho de vitalidade e seu rosto era corado (apesar da idade) e agradável, o que inspirava confiança e generosidade. Tudo isso sem deixar de ser assertiva e serena.

E voltando àquelas duas mulheres que mencionei no início do relato, que estavam criticando, julgando e reclamando, estas perdiam cada vez mais energia e a essas alturas a mulher mais velha e mais doente dormitava daquele jeito típico de quem está esvaziado de energia e a mais jovem, depois de ter (sem sucesso) tentado continuar com o “exercício” da crítica e do julgamento, demonstrava cansaço e profunda tristeza.

É assim que percebo o movimento da energia. A energia segue o pensamento. Enquanto as duas amargas mulheres se esmeravam em criticar, julgar e reclamar da voluntária esta, no seu exercício de estar presente e ser útil, parecia estar cada vez melhor. Pelo padrão que pude observar nas duas mulheres que reclamavam, estava explicado por que estavam doentes.

A medicina tradicional chinesa também explica isso. A raiva destrói o fígado. Depois de uma grande raiva sempre vem uma grande tristeza. O fígado tem a energia da madeira e a tristeza vem do metal (simbolicamente). Depois que o metal cortou tanta madeira, ele perde o fio e se desgasta e a tristeza então, se instala.

“O contato com o conhecimento da Shanghai me proporcionou uma visao mais abrangente de como adequar as potencialidades de cada profissional de acordo com as competências necessárias em cada uma das posições dentro do processo empresarial.” Geraldo Bergamo, empresário.

“O taro da Shanghai é, acima de tudo, um jogo de autoconhecimento. Ela, com um repertório riquissimo, fala das nossas questoes de forma surpreendentemente certeira e clara, apontando soluções sempre possiveis. Tudo isso com muita generosidade e bom humor. Eu fiquei tao encantada que faço aula com ela até hoje.” Rebeca Guerberoff , empresaria.

“A Shanghai é  multimidia. Comigo, expressou seu conhecimento e sabedoria através da dança sagrada, uma dança que faz as vezes da meditaçao com alegria, assim como nossa mestra, sempre de bem com a vida!!!” Angela Cassiano, empresaria.

“O curso de auto conhecimento que fiz com a Shanghai me tornou um ser humano melhor. A dez anos descobri a beleza de viver e de saber que sou capaz de transformar qualquer situação de adversidade em enriquecimento e aprendizado.”

Aemi Fátima Maeda – 36 anos –  Engenheira mecânica e docente universitária

“O aprendizado com a Mestra Shanghai me situou de uma maneira mais real no movimento permanente da vida, tanto nas minhas relações comigo mesma quanto nas minhas relações com os coletivos.”

Mylene Oliver – 38 anos – advogada e empresária.

“A Shanghai me ensinou diversas maneiras de conseguir tratar com mais leveza e conhecimento o meu posicionamento dentro do mundo e o discernimento para fazer escolhas mais adequadas as minhas potencialidades.”

Mario Surcan – 26 anos – Diretor de arte

A medicina tradicional chinesa foi criada para que as pessoas não ficassem doentes. A diferença desta para a medicina moderna é basicamente esta. A moderna é sintomática, e a tradicional chinesa é profilática. Ela se baseia em respeitar a natureza, as estações do ano, e a natureza do ser humano em harmonia com o meio ambiente. Por exemplo, no verão, procuramos alimentos e condições mais yin, e no inverno, ao contrário. Passamos a época quente tomando sorvete, comendo saladas e frutas, ou seja, coisas mais frias. Quando chega o frio, ou seja, “muda o tempo”, as pessoas ficam resfriadas, gripadas ou com coriza. Por que? Porque o organismo não foi preparado para a chegada do frio.

No oriente, pouco antes de chegar o frio, já se começa a “esquentar” (Yangzar) o organismo, para que o frio o encontre aquecido. Comemos então gengibre e pimenta, equilibrando com os alimentos gelados e frios, e assim, não ficamos doentes.

Os chineses acreditam que tudo que existe no universo é feito de cinco elementos. A madeira gera o fogo, que por sua vez faz as cinzas e cria a terra. A terra sedimenta e cria os metais e rochas. Dos metais e rochas brota a água que por sua vez gera a madeira. Essa linguagem é simbólica, como tudo na medicina chinesa. Tudo quanto há, desde um pensamento, um átomo, um organismo, até uma galáxia.

Na medicina moderna, uma dor de cabeça precisa de um analgésico, ou seja, tratar o sintoma. Na medicina tradicional, uma dor de cabeça pede mais consciência ou maior espiritualidade.

Nessa visão, espiritualidade não tem nenhuma relação com as religiões, pois espiritualidade é uma força que advém de três qualidades que são: a tolerância, a confiança e serenidade, cujos maiores inimigos, são três venenos que se chamam julgamento, crítica e reclamação.

Claro que estes três são venenos quando fora da realidade. Por exemplo, julgamento é para os juízes, crítica é para os críticos, e a reclamação, seguida de ação, é o que fazem as estruturas melhorarem a qualidade.

Os três venenos são os precursores da raiva e do ódio, que por sua vez, são os maiores vilões criadores de doenças.

A energia segue o pensamento. Se nossa mente está no passado ou no futuro, é para lá que vai a nossa energia. Isto é um grande desperdício, pois o “passado é perfeito”, e mesmo que você não consiga pensar assim, o passado já foi e essa energia desperdiçada, sai de dentro de você.

O futuro a mesma coisa. Este “a Deus pertence”, não sabemos o que vai acontecer daqui a cinco minutos, a duas horas ou daqui há vinte anos. Estar no passado dá saudade, raiva, melancolia, indignação e um monte de emoções ruins, e estas, no futuro, só nos trazem ansiedade e medo.

  1. Todos os fenômenos são impermanentes.
  2. Todos os fenômenos são desprovidos de existência independente.
  3. Todos os fenômenos contaminados são insatisfatórios.
  4. A verdadeira paz é o “Nirvana”.

A meu ver, estes quatro selos contém praticamente todo o conhecimento necessário para se planejar uma vida saudável, próspera e produtiva.

Primeiro: Um dos grandes motivos do sofrimento é o apego, e vindo dele, o desejo de perpetuar aquilo a que estamos apegados. Se todos os fenômenos são impermanentes, ao desfrutar o prazer de olhar uma belíssima flor, saberemos que essa beleza vai se esvair com o tempo. Ao não aceitar a impermanência, sofreremos. Isto se aplica a tudo, relações, propriedades, estado de espírito, etc.

Segundo: O desconhecimento do segundo selo nos leva ao sofrimento, pela arrogância, solidão e ignorância. Se nos achamos independentes, não percebemos que até para vestir uma camisa somos dependente de outros. Não percebemos também que todos os sentimentos, bons ou ruins, tem uma causa que os antecede e um efeito que os sucede. Por exemplo, quantas pessoas estão envolvidas na blusa que você vestiu, desde a colheita da fibra, a fabricação do tecido, a confecção, até a chegada ao seu corpo?

Terceiro: O terceiro selo é como os outros, muito abrangente. O que ele chama de “fenômenos contaminados” são aqueles motivados por uma emoção aflitiva. Por exemplo, se você quer arrumar um emprego porque tem talento para o trabalho a ser executado, porque quer construir algo através deste, porque acredita que pode oferecer algo bom e também espera colher os frutos que um bom trabalho pode oferecer, provavelmente o emprego será satisfatório. Mas, se você quer encontrar um emprego porque sua mãe ou a sociedade o cobra por isso ou porque se sente prostrado (isso é uma emoção aflitiva) você pode arrumar tal emprego, mas será insatisfatório.

Quarto: O quarto selo nos diz que a paz só existe na calma, na tranqüilidade, na serenidade. Este estado é de uma freqüência vibratória harmoniosa, sem turbulência nem intensidade. Um estado de “iluminação”, como chamariam algumas escolas, um estado de “consciência desperta”. Um estado em que se percebe que as coisas são como devem ser, que nada está errado ou certo, nada é bom ou mau. As coisas apenas são. Sem julgamento, sem crítica, sem reclamação.

Meus Tweets

  • Infelizmente a Shanghai fez sua passagem no dia 10/11/19 . Celebre sua memória praticando ! https://t.co/9dOdXh5EQy 2 years ago
  • Amanhã dia 9 as 18h30 estarei em São Carlos lancando o livro Chega!!!no café cultural Shot Venha me dar um abraço. 2 years ago
  • Olho para cima e vejo um lindo azul através da renda verde de um magestoso flamboian.Compartilho com vocês essa linda visão. 2 years ago

Tradução para o alemão

Miyuki Paula Maeda
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